Parasite Me
Estou certa de que nesses livros nada mais coloquei do que o desejo de te encontrar, a você e a mim. Posso ser tudo ou nada, dependendo de quem você é.
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Seu corpo é um pousio de morte, um lugar onde minha alma sentirá dor intensa em seu repouso na eternidade. Seu corpo é a crônica da minha doença, de um jeito cômico e encantador. Algo em ti me fascina e não sei ao certo o que seja, mas beleza não é, nem amor reciproco. Sei que nessa noite sonhei com teu corpo e dessa vez ele não me feria, pois não possuía rosto, portanto estava desprovido de todo mal
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Penetra-me, parasita, porque eu sim, já roubei demais de ti. Brota em mim e renova o meu sangue, esse sangue que roubei de você. Parasita-me! E Consome a vida que doaste, viverei do que estar de nós. Não sei se bem ou mal, orgulho, fadiga ou sorte, mas arte! Sim! É de arte que estamo falando.
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