sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Penetra-me, parasita, porque eu sim, já roubei demais de ti. Brota em mim e renova o meu sangue, esse sangue que roubei de você. Parasita-me! E Consome a vida que doaste, viverei do que estar de nós. Não sei se bem ou mal, orgulho, fadiga ou sorte, mas arte! Sim! É de arte que estamo falando.

1 comentários:

Paulo Natanael Nogueira disse...

Pelo que percebi, você gosta de ser uma "inspiração", e ser mais que um simples ser, deseja ser a própria arte. Criativo!